29 de nov. de 2012

PREVENÇÃO COM ARTE. MEU CORPO MEU BEM CONVIDA PARA DUAS MOSTRAS





HIV/AIDS - Prevenção com Arte.

-Artes Visuais- Exposição de Trabalhos de Finalização do Curso - "Meu Corpo Meu Bem - Fundação da Arte e Processo Criador Para Educadores Sociais".

Data: de 4 a 8 de Dezembro de 2012 - Abertura as 19h00.
Horário de Visitação: 09h00 às 17h00, de terça a sexta-feira, e das 09h00 às 16h00 sábado.
Contatos 11 2280-0367

Local: Casa Assistência Filadélfia.
Rua Antonio Fortunato, 627, Burgo Paulista, ZL, São Paulo

- MOSTRA FOTOGRÁFICA - DOIS ANOS DE CURSO 2011/2012
"MEU CORPO MEU BEM - Fundação Da Arte e Processo Criador Para Educadores Sociais".
Data: 03 à 07 de Dezembro de 2012.
Horário Para Visitação: 08h00 às 18h00 segunda a sexta-feira
Local: Sub Prefeitura da Penha Saguão próximo ao CAT.
Rua Candapuí, 492, Penha, ZL, São Paulo.

www.caf.org.br 

BELO HORIZONTE É TEMA DE LEVANTAMENTO INÉDITO. VIOLÊNCIA CONTRA JOVENS NA GRANDE BH CHEGA A NÚMEROS ALARMANTES.


Por Hudson Freitas

Belo Horizonte é a 6ª cidade mais populosa do Brasil, e a 7ª no ranking com maior taxa de homicídios, entre os jovens de 15 a 24 anos. Dados esses elaborado pelo Fórum das Juventudes da Grande BH, que no inicio de novembro lançou a “Agenda de Enfrentamento àViolência Contra as Juventudes”, o objetivo da criação da agenda é o de suscitar o debate e reivindicar políticas públicas a respeito das violências praticadas contra os jovens.    

Os dados apresentados no relatório tem como base o “Mapa da Violência 2011: Os Jovens do Brasil”, colaboração entre o Ministério da Justiça do Brasil e o Instituto Sagari. No ano de 2008 na capital mineira foram assassinados 477 jovens, uma média de quatro mortes a cada três dias. O índice de morte na faixa etária de 12 a 17 anos, é alarmante, e coloca Belo Horizonte no 6º lugar no ranking entre as capitais com maior índice de  Homicídios na Adolescência –IHA- Isso quer dizer que 1245 adolescentes poderão ser assassinados antes de completarem 19 anos.

 Além de Belo Horizonte outros três municípios da grande BH estão entre os 20 que mais registram homicídios na adolescência, são eles: Contagem em 13º, Betim em 19º e Ribeirão das Neves na 20º colocação do ranking.

A violência contra jovens e adolescentes não limita somente a agressão física ou homicídio, elas são a forma mais drástica, e a violência se expressa de variadas formas nas relações entre as pessoas.  Como explica Áurea Carolina Freitas, Cientista Social e representante da Associação Imagem Comunitária no Fórum das Juventudes: “Para chegar a uma situação de agressão física, tem outras coisas que já aconteceram. Um exemplo é o racismo que diminui o jovem negro e diz a ele as profissões que deve ocupar, os seus projetos, os seus sonhos. Isso Tudo vai condicionando uma existência que, no limite, até considera natural morrer com vinte e poucos anos numa guerra do tráfico”.

Políticas Públicas
De acordo com Juarez Dayrell, professor da Faculdade de Educação da UFMG e coordenador do grupo de pesquisa Observatório da Juventude, as políticas voltadas para os jovens obteve um avanço significativo, Juarez ainda comenta que no ano de 2003 falar de política voltada para a juventude era algo novo, não havia ideia de direitos e demandas específicos do jovens, e as  demandas centrais que existem hoje ainda não foram atendidas, e em Belo Horizonte é mais alarmante, avançou-se muito pouco, avalia o professor.

Percebe-se o reflexo dessa lentidão no plano Plurianual de Ação Governamental – PPAG- 2010/2013 para a cidade de Belo Horizonte. Após analise do Fórum das Juventudes constatou que nenhum dos programas da prefeitura de Belo Horizonte era políticas voltadas para a juventude.

Juarez reforça que é de extrema importância reconhecer o jovem como um sujeito de direitos e possibilitar a ele um atendimento intersetorial de suas demandas, como: emprego, educação, saúde e esporte, a fim de legitima-lo como um cidadão. 

EXPLORAÇÃO SEXUAL DE ADOLESCENTES INDÍGENAS



Créditos: Repórter Brasil
Rede de exploração sexual de São Gabriel da Cachoeira (AM) passa a ser investigada em âmbito federal. Vulnerabilidade de meninas indígenas preocupa
Daniel Santini, da Repórter Brasil
O caso de exploração de crianças e adolescentes indígenas em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, passou à esfera federal. Além da investigação aberta há cerca de um mês a pedido do Ministério Público Federal, agora a Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República e os deputados federais da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre Tráfico de Pessoas passaram a acompanhar o caso. Na semana passada, a ministra Maria do Rosário visitou o centro de acolhida Kunhantãi Uka suri (Casa da Menina Feliz), onde vítimas de abusos receberam apoio de freiras salesianas. Os deputados, por sua vez, não só aprovaram requerimento para uma diligência na cidade, como também a realização de uma audiência pública para debater o problema.   
As primeiras denúncias da exploração foram feitas em 2008, mas nem o Ministério Público Estadual, nem Polícia Civil, conseguiram desmantelar a rede de pedofilia local. As violências cometidas ganharam repercussão nacional neste mês, após notícias de que a virgindade de uma menina havia sido vendida por R$ 20. 
Meninas ameaçadas temem
represálias. 
As autoridades ouviram depoimentos de 12 garotas e listaram nove suspeitos. Quem acompanha a questão na região alerta, no entanto, que a rede é bem maior. “Tem muito mais do que os 12 casos. Há muitas meninas amedrontadas por essas pessoas, meninas que se calam diante de ameaças”, diz o bispo Edson Taschetto Damian, que afirma que freiras da congregação que recebeu as vítimas vêm sofrendo ameaças e perseguição.
“Elas estão em contato com essas meninas mais pobres e exploradas. Acabam ouvindo e descobrindo os casos, que não são poucos. Os órgãos judiciários locais estão pouco presentes. Embora tenha Tribunal de Justiça e Procuradoria do Estado [em São Gabriel da Cachoeira], os responsáveis vivem em Manaus e permanecem poucos dias na cidade”, completa. De acordo com o religioso, a participação do procurador Júlio José Araújo Junior, do Ministério Público Federal, foi fundamental para que a investigação passasse ao âmbito federal.


Objeto sexual



“Por que existe essa exploração? Porque para alguns brancos o índio é objeto, não conta, não tem dignidade ou valor. Eles fazem o que bem entendem”, diz o bispo Edson. O crescimento populacional acelerado no município é apontado como um dos fatores que agravaram a vulnerabilidade das meninas indígenas. O número de moradores do município encravado na floresta, na fronteira do Brasil com Venezuela e Colômbia, quase dobrou em duas décadas. De 23.140 pessoas em 1991, passou para 37.896 em 2010, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mais de 90% dos moradores são indígenas.

Em 2008, a eleição do prefeito Pedro Garcia (PT) e seu vice André Baniwa (PV), primeiros índios a assumirem o poder municipal, acelerou a urbanização. Muitas famílias trocaram aldeias pela cidade, esperançosas em relação a acesso a mais políticas e serviços públicos. A desigualdade social, no entanto, não mudou. Segundo os dados mais recentes do IBGE, enquanto a renda média mensal dos indígenas é de R$ 601, a da população de cor branca é de R$ 2.387. 

A relação entre urbanização acelerada em municípios indígenas e exploração sexual infantil não é exclusividade do município no norte do Amazonas. Em julho do ano passado, em encontro do Grupo de Estudos sobre Infância Indígena e Trabalho Infantil da Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti), integrantes manifestaram a preocupação em relação a este tema. Dernival dos Santos, representante dos índios Kiriris, afirmou na ocasião que a saída de jovens das aldeias para as cidades trazia riscos de exploração pela prostituição e alcoolismo.
Diante da exposição das crianças indígenas ao risco de exploração sexual, os integrantes apontaram a necessidade de estratégias prioritárias para lidar com o problema.
Esta reportagem foi produzida pela Repórter Brasil e faz parte da série de especiais Meia Infância, parte integrante da campanha É da nossa conta! Trabalho infantil e Adolescente 


28 de nov. de 2012

AGENCIA DO BEM PREMIA PROJETO VILA CLÁUDIO DA CASA DO MENOR SÃO MIGUEL ARCANJO.


O projeto Vila Cláudio Construindo Cidadania da Casa do Menor São Miguel Arcanjo, Nova Iguaçu Rio de Janeiro, parceiro Knh Brasil. foi contemplado após seleção, pelo edital de financiamento de pequenos projetos da Agência do Bem, organização sem fins lucrativos com sede no Rio de Janeiro. Com o apoio, o projeto pretende agora dar continuidade na Radio Comunitária.

 Outra boa noticia, é que a Casa do Menor, passou pela primeira fase de seleção de Projetos da ABRINQ e essa semana ocorrera à segunda fase que consiste numa visita técnica pelas dependências do projeto. Sendo aprovado, o projeto Vila Cláudio investirá na contratação de assistentes sociais e psicólogos para melhor atender a comunidade. 

As fotos são da festa de premiação da Agencia do Bem. 






27 de nov. de 2012

EDITAL DE SELEÇÃO DE PESSOAL ASSESSOR DE PROJETOS KNH BRASIL - REGIONAL SUDESTE E CENTRO-OESTE





Kindernothilfe-KNH
A Kindernothilfe e.V. – KNH com sede em Duisburg - Alemanha é uma Agência de Desenvolvimento, fundada em 1959 com enfoque na área de direitos humanos de crianças e adolescentes. Alicerçada na fé cristã, na Declaração dos Direitos Humanos da ONU, em especial, na Convenção Internacional dos Direitos da Criança a KNH coopera com projetos, parceiros e redes para que crianças em situação de pobreza ou extrema pobreza possam almejar outra perspectiva de vida.

Atualmente, apoia a mais de 780.000 crianças e adolescentes em 30 países na África, Ásia, América Latina, Caribe e Europa Ocidental, através de projetos que tenham impreterivelmente ações que visam intervir nos problemasenfrentados por crianças e adolescentes e suas famílias que se encontram em situação de risco.

Seu apoio financeiro aos projetos e parceiros se faz a partir de doações de mais de 100.000 doares e associados da Europa.
No Brasil, a Kindernothilfe e. V – KNH Brasil apoia mais de 80 projetos com intervenção na realidade das crianças e adolescentes em situação de risco nas Regiões Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste, por meio dos escritórios em Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre.

Em seu planejamento estratégico, a Kindernothilfe tem como objetivo introduzir e implementar o enfoque de direitos da criança na linha de programática e de ação na Alemanha e no exterior. Este objetivo é visto como um processo que se estenderá ao longo de alguns anos para que o enfoque de direitos da criança seja uma tarefa de abrangência transversal de todo trabalho da Kindernothilfe. Com intuito de complementar a equipe de trabalho da KNH BRASIL SECO (Regional Sudeste e Centro Oeste), abre este edital de seleção para o cargo abaixo citado:

® Cargo: Assessor de Projetos.
® Objetivo do cargo: Assessorar os projetos parceiros da KNH Brasil Regional Sudeste e Centro-Oeste nas ações de promoção, proteção e defesa de direitos humanos de crianças e adolescentes.

® Competências Requeridas:
_ Formação universitária concluída nas áreas das ciências sociais ou humanas;
_ Capacitação e experiência nas áreas que envolvam direitos humanos de crianças e adolescentes;
_ Experiência na gestão do ciclo de projetos (planejamento, monitoramento e avaliação) com um enfoque no instrumento do marco lógico e metodologias participativas;
_ Experiência de trabalho e Capacidade de desenvolver interlocução em espaços de debates e de aprofundamentos temáticos sobre temas como: Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes, Violência Doméstica; Abuso e Exploração Sexual Infanto-Juvenil; Violência Urbana/Comunitária e Desenvolvimento Comunitário em áreas Rurais e/ou Urbana;
_ Conhecimentos sobre a Convenção internacional dos direitos da criança
_ Conhecimento sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8069/90), Lei que dispões sobre a Organização da Assistência Social (LOAS – Lei 8742/93, Lei 12.543/2011), e demais normas legais pertinentes as áreas da assistência social e dos direitos humanos de crianças e adolescentes;
_ Conhecimento em políticas públicas e sua intersetorialidade, principalmente voltadas à promoção e proteção integral da criança e adolescente;
_ Facilidade no diálogo com diferentes atores tais como adolescentes, jovens, lideranças e grupos comunitários, instituições públicas e privadas;
_ Facilidade para relacionamento com entidades governamentais, não governamentais e de cooperação internacional;
_ Sensibilidade para as questões ecumênicas e das igrejas;
_ Acompanhamento de movimentos populares e sociais do país e principalmente na articulação de redes em prol da garantia de direitos humanos de crianças e adolescentes;
_ Capacidade de organizar, coordenar e/ou ministrar cursos, encontros, oficinas e seminários sobre temas ligados às competências do cargo;
_ Facilidade de trabalhar em equipe;
_ Iniciativa; organização; agilidade; pensamento analítico e capacidade crítica; adaptabilidade e flexibilidade;
_ Boa redação;
_ Ter disponibilidade para trabalhar 40 horas semanais (tempo integral); viagens freqüentes e eventuais atividades aos finais de semana.
_ Habilidade para trabalho com os recursos da informática (editor de texto, excell, banco de dados e internet);
_ Carteira nacional de habilitação – Categoria B e experiência como condutor de automóvel;
_ Disponibilidade para residir em Belo Horizonte/MG.
® Principais Atribuições do Cargo:
Participar e Contribuir para a implementação do Plano Nacional de Enfoque de Direitos de Crianças e Adolescentes da KNH para o Brasil;
Contribuir no dialogo construtivo com a Kindernothilfe Alemanha.
_ Planejar, monitorar e avaliar as ações e projetos apoiados pela KNH Brasil Regional Sudeste e Centro-Oeste;
_ Participar do processo de identificação de novos parceiros para a implementação do Plano Nacional da KNH para o Brasil;
_ Representar a KNH Brasil nos espaços, instâncias políticas e sociais;
_ Realizar assessorias à distância ou in loco, aos projetos de acordo com a necessidade e o interesse da parceria;
_ Redação de relatórios, pareceres e documentos relativos à função, principalmente para a KNH Alemanha;
_ Manutenção e repasse de informações atualizadas sobre os projetos apoiados.
_ Participação em instâncias de representação institucional (fóruns, conselhos, movimentos);
_ Promoção e Organização de eventos (cursos, seminários, oficinas, reuniões).
_ Realização de eventuais contatos com a imprensa e mídia em geral;
_ Arquivamento de documentos, correspondências e outros referentes à função.
® Salário e Benefícios:
_ Compatível com a área de atuação, no entanto o Candidato deverá informar em seu currículo a PRETENSÃO SALARIAL,
_ Auxílio a plano de saúde;
_ Plano odontológico
_ Seguro de vida coletivo.
® Vigência da Contratação:
_ Contrato de Trabalho por 01 ano, podendo ser renovado.
® Previsão de início de trabalho:
_ Segunda quinzena de Dezembro de 2012.
® Etapas da seleção:
_ Análise de Currículo
_ Entrevista
_ Teste Prático envolvendo alguma das atribuições do cargo
® Inscrição:
_ Os interessados deverão encaminhar Curriculum Vitae para o e-mail: seco@knhbrasil.org.br especificando no assunto do e-mail CARGO ASSESSORIA DE PROJETOS até o dia 09 de dezembro de 2012

Importante:
_ Comunicamos que não serão fornecidas informações adicionais por telefone.
_ Entraremos em contato somente com os candidatos pré-selecionados para as entrevistas.
_ É Fundamental que os currículos encaminhados apresentem de maneira clara e concreta as competências requeridas ao cargo.
_ Os currículos que não informarem a Pretensão Salarial serão desconsiderados do processo seletivo.

Download do edital de seleção clique aqui. 

Cordialmente,

Andréia Barreto
Coordenadora KNH Brasil - Regional Sudeste e Centro-oeste

21 de nov. de 2012

PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL E O COMBATE AO RACISMO NÃO SÃO PRIORIDADES DO GOVERNO FEDERAL, DIZ ESTUDO.



Dados revelados em Nota Técnica nº179 desenvolvida pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), demonstram que não houve muito o que comemorar no Dia Nacional da Consciência Negra. O estudo aponta uma baixa prioridade na execução do Orçamento da Igualdade Racial[1] nos primeiros 10 meses de 2012. Dos R$ 1,9 bilhões previstos, apenas R$ 182 milhões foram executados pelo governo até 31 de outubro, ou seja, apenas 9,44% do total autorizado foram executados até essa data.
 
Segundo o estudo, essa falta de execução do orçamento faz com que a diminuição da desigualdade racial no Brasil caminhe a passos lentos. “Não só as políticas públicas universais - educação, saúde, previdência, assistência etc - não conseguem universalizar os direitos na prática, como as políticas específicas de promoção da igualdade racial e combate ao racismo são insuficientes e residuais”, diz a análise. 

O estudo aponta que ações relevantes autorizadas no orçamento de 2012, de responsabilidade de diversos ministérios, tiveram execução zero como: a assistência técnica e extensão rural às comunidades quilombolas (Ministério de Desenvolvimento Agrário); o enfrentamento da violência contra as mulheres, que possui recorte racial (Secretaria de Promoção de Políticas para as Mulheres); e a integração da comunidade no espaço escolar, promoção da saúde na escola e combate à violência, à discriminação e à vulnerabilidade social (Ministério da Educação). 

Além da falta de execução em algumas ações, em outras, o governo realizou baixíssima execução orçamentária como é o caso das ações de promoção da cultura afro-brasileira (Ministério da Cultura), que do total de R$ 20 milhões, apenas 8,2%foram executados até o momento; das ações de apoio de iniciativas para a promoção da igualdade racial (Secretaria de Promoção de Políticas para a Igualdade Racial), do total de 14 milhões autorizados, somente 4,6% foram executados; e da única ação afirmativa existente dentro do Itamaraty de concessão de bolsas de estudo a candidatos afrodescendentes à carreira diplomatica, que teve apenas 3% de execução.


VIOLÊNCIA CONTRA A POPULAÇÃO NEGRA

No caso da violência, tem crescido o número de homicídios da população negra e diminuído a taxa de homicídios entre a população branca. Em 2010, morreram proporcionalmente 139% mais negros do que brancos, sendo que a maioria dessas mortes está concentrada na juventude. Dos 49.932 mortos por homicídios, em 2010, 53,3% eram jovens, dos quais 76,6% negros (pretos e pardos). “Muitos estudiosos e militantes vêm denunciando essa situação como um “genocídio” em curso da juventude negra. As ações do governo federal para enfrentar essas violações são tímidas. O recém lançado Plano Juventude Viva possui ações localizadas apenas no Estado de Alagoas”, ressalta a Nota Técnica.



Racismo institucional
O racismo institucional faz com que os gestores públicos dos diversos Ministérios e órgãos federais não deem prioridade para a formulação de políticas de ação afirmativa e promoção da igualdade. Uma vez enviada a proposta orçamentária ao Congresso Nacional, há também uma ausência de debate sobre o tema, em razão da sub-representação política da população negra no Parlamento.
Em 2012, o contingenciamento de recursos orçamentários imposto pelo Ministério da Fazenda atingiu com mais força algumas áreas do governo responsáveis pela promoção da igualdade racial, como a Seppir (Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial), que teve aproximadamente 50% dos seus recursos contingenciados no início do ano.

19 de nov. de 2012

CAMPEONATO SUL AMERICANO MENORES CONSAGRA JOVEM DO EDUCANDÁRIO SANTO ANTÔNIO DE BEBEDOURO, PARCEIRO KNH BRASIL




Do dia 26 a 28 de outubro a cidade de Mendoza na Argentina foi sede do Sul Americano Menores, e contou com a participação de Leonardo dos Santos que sagrou-se vice-campeão sul americano na prova de salto com vara, com a marca de 4,10mts, e o 5º lugar na prova de salto em altura com a marca de de 1,98mts. Leonardo durante um bom tempo integrou o projeto e a equipe de atletismo do Educandário Santo Antônio de Bebedouro parceiro KNH Brasil, no campeonato brasileiro Caixa de Menores na cidade de Maringá, conquistou o primeiro lugar na prova de salto com vara e o segundo lugar no salto em altura.
Leonardo dos Santos 

Leonardo dos Santos foi um dos pilares que auxiliou a seleção brasileira de atletismo a confirmar favoritismo e conquistar o título do 21º Campeonato Sul-Americano de Atletismo de Menores. No quadro geral de medalhas, a seleção brasileira obteve ótimos resultados, na categoria de 15 a 17 anos, o Brasil conquistou 42 pódios, sendo 13 de ouro, 10 de prata e 19 de bronze. Colômbia obteve o 2º lugar com 12 medalhas, 4 de ouro, 6 de prata e 2 de bronze, e a Argentina obteve o terceiro lugar geral com 13 medalhas, 5 de ouro 4 de prata e 4 de bronze.

O Sul-Americano contou com um total de 440 Atletas, 237 homens e 203 mulheres de 11 países, 10 da América do Sul e a Costa Rica, que foi convidada pela Confederação Sul-Americana de Atletismo –Consudatle.  

Com investimentos simples, educação de qualidade e principalmente, acreditar no potencial de cada criança cada adolescente é o que Knh Brasil faz diariamente e Leonardo hoje colhe os frutos desse investimento,  é atleta da Associação Sertanezinha de Atletismo além de integrar a seleção Brasileira de menores.   


Leonardo do Santos com Atleta da delegação Chilena 


Classificação final por pontos
1-Brasil - 372
2-Argentina - 184,5
3-Chile - 158
4-Colômbia - 125
5-Venezuela - 122
6-Peru - 82,5
7-Uruguai - 40
8-Panamá - 23
9-Bolívia - 19
10-Paraguai - 11
Quadro final de medalhas
Brasil - 42 (13 de ouro, 10 de prata e 19 de bronze)
Colômbia - 12 (5, 6 e 2)
Argentina - 13 (5, 4 e 4)
Venezuela - 10 (3, 5 e 2)
Peru - 7 (3, 2 e 2)
Chile - 13 (2, 7 e 4)
Panamá - 2 (2, 0 e 0)
Uruguai - 4 (1, 3 e 0)
Bolívia - 2 (1, 0 e 1)
Paraguai - 1 (1, 0 e 0)